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Linha Miniaturizada

MINI EPM-MILI

Cód. 11 - 01 Þ Mini EPM-MILI

Finalidade Þ Kit para a triagem bioquímica de Enterobactérias. Este produto constituído por 08 provas é de grande utilidade para a triagem de enteropatógenos em coprocultura e também para a identificação presuntiva de enterobactérias isoladas na urina. Na cultura de fezes propicia uma economia importante pois com o auxílio da triagem bioquímica não será necessário tantos gastos com antisoros pois muitas bactérias são descartadas já na fase de triagem. Este sistema substitui o meio de Rugai com Lisina, apresentando inclusive algumas vantagens:
Não apresenta a interferência entre uma fase e outra, como acontece freqüentemente no Meio de Rugai com Lisina, pois os meios de EPM e MILI se encontram em tubos separados;
O custo é mais acessível;
Freqüentemente propicia a leitura das provas em um prazo inferior a 18 horas;
O inóculo necessário é menor;
Ocupa uma quantidade bem menor de espaço, tanto na geladeira quanto na estufa.
Para maiores detalhes sobre a interpretação das provas nestes tubos vide neste catálogo os meios EPM (Cód. 04-27) e MILI (Cód. 04-29).
Apresentação: Caixa com 50 tubos (25 tubos de EPM e 25 tubos de MILI).
Validade 10 meses.

 

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Agulhas Descartáveis, Seringas, Sist. Coleta à Vácuo etc
Kit reagentes, reumatologia, provas reumáticas, meios de cultura, testes rápidos etc
Corantes p/ Hematologia, Kits etc
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Kit reagentes p/ bioquímica, manual e automação, provas reumáticas etc
Kit reagentes p/ bioquímica, bioquímica manual e automação, protocolos etc
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MINI KIT PARA ENTEROBACTÉRIAS

Cód. 11 - 02 Þ Mini Kit para Enterobactérias

Finalidade Þ Kit para a identificação de bacilos Gram negativos pertencentes à família Enterobacteriaceae. As provas bioquímicas e a composição deste kit é a mesma do Kit para Enterobactérias (Cód. 04-26). Entretanto destacam-se algumas vantagens do kit miniaturizado em relação ao outro:
O custo é mais acessível;
Freqüentemente propicia a leitura das provas em um prazo inferior a 18 horas;
O inóculo necessário é menor;
Ocupa uma quantidade bem menor de espaço, tanto na geladeira quanto na estufa;

Não é necessária a vedação do tubo de caldo Lisina e de Rhamnose(o tubo pequeno possui pouco oxigênio residual).

Apresentação: Caixa com 50 tubos. O kit é suficiente para dez identificações (05 tubos por bactéria).
Validade = 10 meses.

 

MINI KIT PARA NÃO FERMENTADORES

Cód. 11 - 04 Þ NF - PROV -Mini Kit Para Não Fermentadores

Finalidade Þ Kit para a identificação de bacilos Gram negativos não fermentadores da glicose. A identificação de não-fermentadores sempre foi um desafio para o microbiologista, sendo que a maioria dos laboratórios não realiza este tipo de identificação. Entretanto a identificação deste grupo de bactéria apresenta uma grande importância nos casos de infecção hospitalar. Embora a sua incidência seja pequena, geralmente eles são resistentes a vários antibióticos e causam infecções graves. Daí a importância de classificá-los a nível de gênero e espécie.
Descrição: O presente sistema tem por finalidade identificar microorganismos Gram negativos, não fermentadores da glicose. Foram selecionadas provas fundamentais para a diferenciação destes microorganismos. Com o uso deste kit pode-se identificar até 95% dos não fermentadores comumente envolvidos em infecções humanas, dentro de um período médio de 48 horas.
Inoculação: Antes da inoculação do kit, observar a capacidade da bactéria se desenvolver no Ágar Mac Conkey, se a cepa não fermentou a glicose nos meios de triagem (TSI, Rugai ou EPM) e realizar a prova da oxidase. Inocular os tubos do kit utilizando uma ou mais colônias bem isoladas e de aspecto semelhante, conforme descrito a seguir:
Com uma agulha de repique, tocar uma porção de colônia e inocular, por 03 vezes sucessivas, cada um dos dois tubos de OF-Glicose e o OF-Basal. Vedar um dos tubos de OF-Glicose com 15 gotas de vaselina estéril;
Tomar outra porção da colônia e estriar a bactéria na superfície do tubo de Ágar Cetrimide e posteriormente agitar a agulha no Caldo BHI (inóculo leve);
Carregar novamente a agulha, inoculando o tubo de Meio de Gelatina Nutriente por 03 vezes sucessivas. Na seqüência inocular o Ágar Nitrato-Motilidade com uma única picada central, de aproximadamente 02 centímetros de profundidade;
Pegar mais uma parte da colônia e inocular os 03 tubos de OF (Xilose, Maltose e Lactose), introduzindo a agulha por 03 vezes em cada tubo.
Incubação: Todos os tubos devem ser incubados a 35ºC, exceto o BHI (incubar em estufa ou banho-maria a 42ºC). As provas devem ser lidas após 24 horas de incubação e, se negativas, aguardar por até mais 24 horas. As provas dos tubos de OF (Glicose, Xilose, Maltose e Lactose) só podem ser consideradas negativas após 72 horas de incubação e o Meio de Gelatina Nutriente somente após sete dias. O teste da motilidade deve ser lido de 04 a 06 horas após a inoculação e, se negativo, repetir a leitura quando completada as 24 horas.

LEITURA DAS PROVAS

OF: O microrganismo é considerado oxidativo (OF +) quando apenas a parte superior ou ate mesmo todo o tubo não vedado tornar-se amarelo. Se após 03 dias de incubação os tubos de OF permanecerem verdes ou ficarem azulados a bactéria é não sacarolítica (OF -). Caso os dois tubos adquiram a coloração amarela a bactéria é fermentadora da glicose e não poderá ser identificada por este sistema (usar o Mini Kit para Enterobactérias).*

OF-GLICOSE: O microrganismo é considerado oxidativo (OF-GLICOSE +) quando apenas a parte superior do tubo não vedado tornar-se amarela. Se após 03 dias de incubação os tubos de OF permanecerem verdes ou ficarem azulados a bactéria é não-sacarolítica (OF-Glicose -). Caso os dois tubos de OF-Glicose adquiram a coloração amarela a bactéria é fermentadora da glicose e não poderá ser identificada por este sistema (usar o Mini-Kit para Identificação de Enterobactérias). Os tubos OF-Glicose e o controle (OF-base) têm uma tendência a se tornarem azulados, enquanto que algumas bactérias podem oxidar energicamente a glicose (OF-GLICOSE +) e acidificar todo o tubo não vedado.

OF-XILOSE, MALTOSE E LACTOSE: Considera-se que o microorganismo utilizou o respectivo carboidrato quando apenas a parte superior do tubo tornar-se amarela. Se após 03 dias de incubação os tubos de OF permanecerem verdes ou ficarem azulados a bactéria não utiliza o açúcar contido naquele tubo (OF -). Algumas bactérias podem oxidar muito o açúcar em questão e acidificar completamente o tubo e não apenas a sua parte superior.

CALDO BHI: A turvação do meio após o período de incubação indica que a bactéria é capaz de crescer a 42ºC.
CETRIMIDE: A presença de crescimento na parte inclinada do tubo de Ágar Cetrimide indica positividade do teste. As cepas de Pseudomonas aeruginosa geralmente produzem um pigmento verde neste meio e são capazes de crescer nele a 42ºC.

GELATINA: A leitura é feita de 24 em 24 horas, entretanto o tubo deve ser refrigerado por 15 minutos a 4ºC antes da leitura da prova. Se após o resfriamento o meio permanecer liquefeito a prova é considerada positiva, caso contrário re-incubar a amostra

MOTILIDADE: As bactérias móveis produzem uma leve turvação no Meio Nitrato - Motilidade, a partir da picada. Esta prova deve ser lida contra uma luz intensa, pois a motilidade ao redor da picada pode passar desapercebida. Algumas cepas podem produzir uma turvação bastante intensa (ex.: P. aeruginosa). Entretanto, de um modo geral, o padrão de positividade é bem diferente do que o das enterobactérias.

NITRATO: Após a leitura da motilidade adicionar 02 gotas de ácido sulfanílico e 02 gotas de N-N-dimetil-alfa-naftilamina ao tubo de Meio Nitrato - Motilidade. A produção de uma cor vermelha intensa significa que o teste é positivo. Caso o resultado for negativo, adicionar pó de zinco ao tubo. A produção de cor vermelha indica que a bactéria realmente reduziu o nitrato. Caso o meio fique incolor, significa que a bactéria reduziu o nitrato anitrogênio livre. Considerar a prova positiva.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS: A interpretação é realizada anotando-se o resultado de todas as provas e utilizando a tabela de provas bioquímicas para enquadrar o microrganismo em identificação. Pode ocorrer que algumas espécies raras não se e classifiquem dentro das características bioquímicas adotadas pelo presente sistema. Sugere-se, nestes casos, a utilização de um maior número de provas bioquímicas e características morfológicas (p. ex.: coloração de flagelos, morfologia colonial, citrato, uréia, acetamida...).

CONTROLE DE QUALIDADE: Recomendamos que seja feito periodicamente o controle de qualidade das provas bioquímicas utilizando as cepas-padrão de Pseudomonas aeruginosa (ATCC 27853) e de Pseudomonas cepacia (ATCC 17759).

Apresentação: Caixa com 50 tubos. O kit é suficiente para cinco identificações (10 tubos por bactéria). É necessário o uso dos reativos para a revelação do nitrato (Cód. 10 - 09) - Ác. Sulfanílico 0,8% (Cód. 10 - 02), - N N-Dimetil-Alfa Naftilamina 0,6%( Cód. 10 - 18) e de Vaselina Líquida Estéril (Cód. 19 - 11).Validade = 10 meses.

KIT PARA MICOPLASMA

Cód. 11 – 03 Þ Kit para Micoplasma

Finalidade Þ O kit para Identificação de Micoplasmas é um produto destinado ao isolamento e identificação dos micoplasmas genitais (Ureaplasma urealyticum e Mycoplasma hominis).

Dentre as principais vantagens deste kit podemos citar: é de fácil inoculação e interpretação; já inclui meios de transporte, é de fácil armazenamento (mini-tubos e placas pequenas) e é adequado para a cultura de diferentes amostras (secreções uretrais e vaginais, urina de 1º jato e sêmen).

Estes microrganismos estão envolvidos em muitos casos de uretrites não-gonocócicas onde não são encontrados outros agentes etiológicos (p. ex.: Chlamydia). Têm também um papel importante em gestantes pois está relacionado com abortos e partos prematuros e, ainda, pode estar associado à infecções gonocócicas.

Componentes do produto Þ O kit para Micoplasma é suficiente para 10 provas e sua composição é a seguinte:

-10 tubos com 2 ml de Caldo A3xb

-10 tubos com 2 ml de Caldo MLA

-10 tubos com 2 ml de Caldo U10

-10 placas com 10 ml de Meio A7

Princípios Þ A identificação deste microrganismos é baseada na utilização de substratos específicos, com conseqüente viragem do indicador de pH e também na morfologia colonial característica de cada espécie.

Coleta e inoculação da amostra Þ

Material uretral: Coletar a amostra introduzindo um swab apropriado (Cotton-CT) na uretra do paciente em 2 a 4 cm de profundidade, aplicando movimentos rotatórios suaves. Descarregar o material colhido agitando o swab dentro do meio de transporte (A3xb) e pressionando-o contra as paredes do tubo. Enviar o A3xb para o setor o mais breve possível.

Material cervical: Retirar todo o excesso de muco do canal vaginal, com o auxílio de um swab (Cotton-Prov) ou gaze estéril c/ pinça e então proceder a coleta para o Micoplasma. Com auxílio de um swab para Chlamydia ( Cotton-CT), introduzí-lo no endocérvix deixando-o absorver o material endocervical por aprox.10 segundos. Transferir a amostra para o meio de transporte conforme descrito para o material uretral.

Jato primário de urina: orientar o paciente para realizar a higiene da genitália externa e colher os primeiros 10 ml da urina em um frasco estéril. A amostra deve ser colhida no laboratório e imediatamente centrifugada por 10 minutos a 3000 RPM. O sobrenadante deve ser desprezado e 0,5 ml do sedimento transferido para o meio de transporte.

Sêmen: O paciente deve ser orientado para colher a amostra por masturbação no próprio laboratório em um frasco estéril. Transferir 0,5 ml da amostra para o meio de transporte dentro de 30 minutos após a coleta.

As diferentes amostras podem ser conservadas em meio de transporte à temperatura ambiente por até duas horas ou sob refrigeração (2 a 8ºC) por até 24 horas. Períodos maiores de armazenamento (máx. de 48 horas) requerem o congelamento do meio de transporte em uma temperatura de -70ºC.

Inoculação Þ Utilizando uma pipeta estéril (ou pipeta automática com ponteira estéril) transferir 0,25 ml (250m l) do tubo de A3xb para a placa de A7 e aplicar movimentos rotatórios suaves de maneira a distribuir o inóculo por toda a superfície da placa. Pode-se utilizar também uma alça de Drigalski para distribuir a amostra na placa. Os tubos de MLA e U10 devem ser inoculados com 0,25ml do A3xb e vedados com 10 gotas de vaselina estéril. Incubar os meios em tubo a 35-37° C por 24 a 48 horas. A placa de A7 deve ser incubada em jarra com tensão de CO2, a 35-36° C por até sete dias, sendo observada após 24 e 48 horas de incubação e, caso negativa, após sete dias de incubação.

Leitura das provas Þ Decorridas as primeiras 24 horas de incubação

Q Observar em microscópio invertido ou em microscópio ótico com objetiva de 10x de aumento. Deve-se tomar o cuidado para não confundir artefatos e pseudo-colônias com colônias verdadeiras ( p. ex.: precipitado de magnésio, gota de água, bolhas de ar ou células).

Resultados Þ Deve ser relatado o desenvolvimento da respectiva espécie de acordo com a leitura das provas e a morfologia da colônia no Ágar A7. É importante observar que em alguns casos pode existir infecção mista por Mycoplasma e Ureaplasma. Os micoplasmas podem causar uma ligeira turbidez no caldo. Entretando uma turbidez além de discreta deve ser considerada como contaminação bacteriana e os resultados nestes casos não são interpretáveis. Diante desta situação o exame deve ser repetido com nova amostra.

Limitações do procedimento Þ Em alguns casos pode haver crescimento do microrganismo apenas nos meios líquidos. Nesta situação procede-se a transferência imediata do caldo positivo para uma outra placa de Ágar A7, a qual é incubada de maneira convencional. Caso ocorra o contrário ( Ágar positivo e Caldo negativo) um pedaço de Ágar contendo a microcolônia é transferido para um novo tubo o qual será incubado por até 48 horas conforme descrito anteriormente.

Controle de qualidade Þ Recomenda-se o uso de cepas ATCC de Ureaplasma urealyticum e Mycoplasma hominis para monitorar o kit quando há suspeita de transporte ou conservação inadequados.

Conservação e armazenamento do produto Þ Os meios líquidos (tubos) devem ser mantidos em freezer a - 20° C até o momento do seu uso e as placas entre 2 a 8° C.

Descarte do produto Þ Após a incubação os tubos e as placas devem ser autoclavados a 121° C por 20 minutos e descartados em local apropriado.

Apresentação: O kit para Micoplasma é suficiente para 10 provas, sendo composto por:

10 tubos com 2 ml de Caldo A3xb, 10 tubos com 2 ml de Caldo MLA, 10 tubos com 2 ml de Caldo U10, 10 placas com 10 ml de Meio A7.

Validade = 2 meses.

 


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