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Apresentação: 12 frascos com 12 pazinhas. Validade = 6 meses Cód. 02-04 Þ TRANSPROV III - Stuart com swab Finalidade
Þ
Meio de cultura com composição definida de baixo potencial de oxiredução
destinado a preservação de bactérias, fungos ou parasitas, nos mais variados
materiais biológicos. É um dos meios de transporte mais utilizados
internacionalmente. Cód. 02-05 Þ TRANSPROV IV - M.I.F. com pazinha Finalidade
Þ
M.I.F. contendo pazinha para melhor coleta da amostra. Cód. 02-06 Þ TRANSPROV V Finalidade
Þ
Solução salina glicerinada tamponada, visando o transporte e conservação dos
mais variados patógenos intestinais. As fezes podem permanecer em temperatura
ambiente por até 24 horas. Não recomendado para Vibrio cholerae; Ideal para Shigella.
Meios de cultura em placas e frascos PLACAS Meios estéreis distribuídos em
placas de Petri. Cada pacote contém 10 placas. São destinados ao isolamento de
colônias. Os meios de cultura acondicionados em tubo não possuem esta
finalidade, destinam-se ao estudo de determinadas características bioquímicas. FRASCOS Esta forma de acondicionamento visa
maior durabilidade. Para serem utilizados devem ser aquecidos em banho-maria
fervente por 5 minutos, observando sempre contra a luz, se está totalmente
dissolvido. Após este procedimento, deve ser distribuído assepticamente em
tubo ou placa. Possui vantagens como não sofrer alterações por ser
hermeticamente fechado, dispensar a autoclavação e possuir um prazo de
validade longo.
Ágar Entérico de Hektoen Finalidade
Þ
Meio seletivo diferencial de média seletividade, sendo excelente para o
isolamento de Salmonella e Shigella. Além de permitir a leitura de
fermentação de açúcares como sacarose, lactose e salicina, também fornece
leitura de produção de H2S. As Salmonelas utilizam este substrato,
formando colônias com centro preto, sendo esta uma conduta no procedimento de
escolha das colônias, visando o diagnóstico de Salmonella. A maioria das
colônias de E. coli, Enterobacter, Klebsiella, são inibidas neste meio de
cultura. As colônias de Shigella se apresentam verde azuladas, e as de
Salmonella, verde azuladas com centro preto. Ágar MacConkey Finalidade
Þ
Ágar seletivo de escolha para o isolamento de Gram negativos. Meio diferencial
pois propicia a visualização de colônias fermentadoras ou não da lactose. As
colônias vermelhas são consideradas lactose positiva e as claras, lactose
negativa. São utilizados sais biliares com cristal violeta como agentes
inibidores e vermelho neutro em conjunto como indicadores. Ágar SS Finalidade
Þ
Meio de alta seletividade destinado à coprocultura, visando o isolamento de
Salmonella e Shigella. Possui as mesmas finalidades do meio de Hektoen e XLD,
propiciando também a leitura de produção de H2S. Possui sais
biliares como agente inibidor. As colônias suspeitas de Shiguela são
transparentes e as de Salmonella se apresentam transparentes e geralmente com
centro negro. Ágar Teague ou BEM Finalidade
Þ
Meio de cultura de baixa seletividade destinado ao isolamento de Gram negativos
como o meio de MacConkey. As colônias fermentadoras de lactose apresentam
coloração preta, com ou sem brilho metálico. As não fermentadoras de
lactose, como as Salmonella e Shigella, apresentam-se incolores. Ágar XLD Finalidade
Þ
Meio de cultura de média seletividade utilizado para coprocultura. Possui
xilose, lactose, sacarose e lisina, e propicia a visualização da produção de
H2S. As colônias de Salmonella se apresentam vermelhas com o centro
preto, as de Shigella, vermelhas. Bactérias como E. coli produzem colônias
amarelas. O inibidor utilizado é o desoxicolato de sódio.
Ágar Manitol Finalidade
Þ
Meio seletivo para o isolamento de estafilococos, como o ágar Chapman. Além da
alta concentração de cloreto de sódio, possui também manitol, sendo este um
substrato importante na classificação de estafilococos. Colônias amarelas
indicam a utilização do manitol. (Suspeita de S. aureus).
Ágar CLED Finalidade
Þ
Meio não seletivo, apenas diferencial. Contém lactose. Destinado ao isolamento
de Gram positivos e Gram negativos em urina. É um meio de cultura
eletrólito-deficiente, impedindo o "swarming" do Proteus.
Utilizando-se uma alça calibrada de 1m l ou 10m
l é possível realizar a contagem de colônias. Cód. 03-04 Þ Ágar CLED/Ágar CLED (Biplaca) Finalidade Meio não seletivo, apenas
diferencial. Contém lactose. Destinado ao isolamento de Gram positivos e Gram
negativos em urina. É um meio de cultura eletrólito deficiente, impedindo
o "swarming" do Proteus. Cód. 03-05 Þ URIPROV: CLED/Mac Conkey - (Biplaca) Finalidade Þ Placa que contém os dois meios já descritos anteriormente (cód. 03-03 e 03-08). Destinados à urocultura, sendo que no meio de CLED visualiza-se o desenvolvimento de germes Gram positivos e Gram negativos. No Ágar Mac Conkey se desenvolvem somente Gram negativos (a grande maioria dos uropatógenos). Apresentação: Pacote com 10 biplacas. Validade = 2 meses
Cód. Þ 03-01 - Ágar Chocolate/Thayer Martin (Biplaca) Finalidade
Þ
Metade da placa contém Ágar Chocolate adicionado de suplementos vitamínicos e
minerais, destinados ao isolamento de bactérias exigentes como as do gênero
Neisseria, e a outra metade o meio de Thayer Martin (Ágar Chocolate
Suplementado acrescido de Vancomicina, Colistin e Nistatina, destinados à
inibição de contaminantes existentes em materiais onde se pesquisa gonococos). Cód. 04-10 Þ Thayer Martin Finalidade
Þ
Ágar Chocolate enriquecido de suplemento VX, com adição de Colistin
(inibição de Gram negativos), Vancomicina (inibição de Gram positivos) e
Nistatina (inibidor de crescimento de fungos). Este meio deve ser incubado com a
tampa frouxa, na vertical, em recipiente contendo 5 a 10% de CO2.
Meio destinado ao isolamento de bactérias do gênero Neisseria. Possui
durabilidade limitada devido à presença de antibióticos. Para microorganismos exigentes Ágar Chocolate Suplementado Finalidade
Þ
Ágar Chocolate com uma base rica, acrescido de 7% de sangue de carneiro e
suplemento VX, destinado ao enriquecimento, visando o isolamento de Neisseria,
Hemófilos, Brucelas e outros germes exigentes.
Mueller Hinton Finalidade Þ Ágar internacional de escolha para a realização do antibiograma (teste de susceptibilidade a antimicrobianos). É um meio que possui eletrólitos em concentrações padronizadas, de composição química definida, não apresentando substâncias antagônicas às sulfas e antibióticos, visando a execução de testes de susceptibilidade a antimicrobianos. É o meio padrão recomendado pela
Organização Mundial de Saúde (OMS) e FDA.
Ágar Sangue de Carneiro Finalidade
Þ
Meio de cultura de base rica. Geralmente utiliza-se Ágar Mueller Hinton ou
Ágar Columbia como base deste meio, sem glicose, pois esta poderia atrapalhar a
visualização de hemólise. Acrescido de 7% de sangue de carneiro desfibrinado.
Excelente meio para o isolamento de estreptococos beta-hemolíticos,
principalmente a nível de orofaringe. É um meio amplo, pois praticamente todas
as bactérias facultativas conseguem se desenvolver neste meio. Uso geral (gram positivos e gram negativos) Cód. 03-15 Þ Ágar Tríptico de Soja (TSA) Finalidade
Þ
Meio de cultura de amplo crescimento, não seletivo, não diferencial, servindo
para o isolamento e contagem dos mais variados microorganismos facultativos. Disponíveis em tubos de maior e
menor calibre. Os menores são fornecidos em caixas com 10 unidades e geralmente
são destinados à leitura de provas bioquímicas. Os tubos de maior calibre
possuem a finalidade de isolamento e são acondicionados em caixas com 8 tubos.
Nesta forma de acondicionamento a durabilidade do meio é significativamente
superior, em relação aos meios de cultura em placa. A vedação do tubo
propicia uma maior durabilidade e proteção do meio contra eventuais
contaminações. Meios de cultura em tubos não são indicados para se trabalhar
com amostras contaminadas e/ou amostras com flora polimicrobiana e quando
necessita - se obter colônias isoladas.
Cód. 04-01 Þ Bile Esculina - Ágar Finalidade
Þ
Meio de cultura para enterococos, destinado à verificação da tolerância a
40% de bile e hidrólise da esculina. A reação positiva corresponde ao
enegrecimento do meio. Cód. 04-31 Þ M.T.S. (Meio de Tolerância ao Sal) Finalidade
Þ
Caldo com 6,5% de cloreto de sódio e indicador de pH, utilizado na
identificação de enterococos. O enterococo cresce neste meio, turvando e
acidificando. É utilizado a púrpura de bromocresol como indicador.
Apresenta-se amarelado quando ocorre o crescimento. Este meio é utilizado
juntamente com o meio de bile esculina para identificação presuntuiva de
enterococo.
Cód. 04-03 Þ Citrato de Simmons - Ágar (Kit nº 4) Finalidade
Þ
Meio utilizado para verificar se a enterobactéria cresce ou não em meio pobre
contendo como única fonte de carbono o citrato de sódio. Em caso de
positividade desta prova, há o desenvolvimento da bactéria ou o meio torna
se azulado. Cód. 04-04 Þ Fenilalanina - Ágar Finalidade
Þ
Meio utilizado para verificar se a bactéria produz a desaminação da
fenilalanina. Deve ser incubado com a tampa frouxa. Após o crescimento
adiciona-se gotas de solução de cloreto férrico a 10%. O imediato
aparecimento de coloração verde-azulada significa prova positiva. Cuidar pois
a coloração desaparece espontaneamente. Cód. 04-29 M.I.L.i Finalidade
Þ
Meio que fornece leitura de motilidade, indol e lisina. Possui coloração
violeta, visa verificar se a bactéria produz indol, se descarboxila lisina e se
é móvel ou não. Cód. 04-33 Þ MR-VP (Clark Lubs) Finalidade
Þ
Meio que pode ser utilizado para as provas de VP e VM. Destina-se a verificar se
o bacilo Gram negativo, ou até mesmo cocos Gram Positivos produzem ou não
acetoína. Para pesquisa de VP adiciona-se, após o crescimento, a
-naftol e KOH. Para a pesquisa de VM acrescenta-se vermelho de metila ao meio. Cód. 04-07 Þ OF Glicose - Ágar Finalidade
Þ
Ágar de coloração verde, possui azul de bromotimol como indicador, destinado
a verificar o comportamento da bactéria frente a esse açúcar, se oxida, se
fermenta ou se é inerte. Muito utilizado principalmente em pesquisa de Pseudomonas
spp, ou germes semelhantes. A prova é realizada com dois tubos ou até mesmo
três, sendo que um deve ser vedado com óleo mineral estéril e outro deve
permanecer aberto. Para interpretação observa se ocorreu a acidificação do
tubo aberto (bactéria oxidativa). Se o microrganismo é capaz de fermentar em
tubo fechado, a bactéria pertence ao grupo das fermentadoras, e quando o germe
não acidifica nenhum dos tubos é classificado como inerte. Observa-se para
Pseudomonas aeruginosa, a oxidação da glicose (coloração amarela no ápice
do tubo aberto). Cód. 04-19 Þ Púrpura de Bromocresol Caldo Finalidade
Þ
Meio destinado a estudos de utilização de açucares ou aminoácidos.
Adiciona-se o substrato desejado em concentração e observa-se ou não a
mudança da coloração inicial. A reação final positiva com açucares é de
cor amarela, com aminoácidos é qualquer cor diferente do amarelo. Rugai com Lisina Finalidade
Þ
Meio de composição complexa, de difícil interpretação. No tubo existe a
possibilidade de se verificar a desaminação do l-triptofano, produção de
indol, fermentação de sacarose, fermentação da glicose, hidrólise de
uréia, produção de gás, de H2S, descarboxilação de lisina e
motilidade. É um meio que deve ser utilizado com bastante cuidado e critério,
pois com todos esses substratos juntos podem haver interferências e
determinadas leituras serem comprometidas. Na parte superior do tubo, acha - se
o meio de Rugai, separado por uma interfase que é cera de carnaúba e vaselina,
tendo na parte inferior do tubo o meio de lisina/motilidade. Cód. 04-11 Þ T.S.I. (Tríplice Açúcar com Ferro) Finalidade
Þ
Ágar internacionalmente preconizado para identificação de Gram negativos.
Possui coloração vermelha, apresenta-se na forma inclinada com pico de flauta.
Propicia a verificação da fermentação da glicose pela bactéria, conferindo
coloração amarela na base, (reação positiva para glicose). Caso haja
fermentação da lactose e/ou sacarose a colocação da parte superior do tubo
será o amarelo. Quando estes dois açúcares não são fermentados a ápice
permanece com a cor original (vermelha). Pode também ser visualizada a
produção de CO2 e H2S. Utilizado como meio de triagem
bioquímica. Por possuir apenas quatro leituras, é um meio considerado sem
tanta eficiência como o meio de EPM. Microoganismos como: Proteus, Citrobacter
e Salmonella podem apresentar o mesmo aspecto. Para uma melhor eficiência
deve-se acoplar outras provas bioquímicas. Recomenda-se sua utilização para
BGN oxidases negativos.(especialmente Enterobactérias). Cód. 04-24 Þ Uréia-Indol - Caldo Finalidade
Þ
Caldo destinado à identificação bioquímica de Enterobactérias. Para
verificar o indol basta acrescentar o reativo de Kovacs ou reativo de Erlich. A
hidrólise da uréia pode ser verificada pelo aumento do pH (alcalinização). O
meio original apresenta coloração laranja. Meios de enriquecimento para coprocultura Cód. 04-14 Þ G.N.- Caldo Finalidade
Þ
Caldo destinado ao enriquecimento seletivo de fezes, visando o enriquecimento de
Salmonella e Shigella. O grande cuidado a ser observado se refere ao tempo de
incubação. Não deve ser inferior a 4 horas ou superior a 6 horas, pois após
este tempo o enriquecimento passa a não ser seletivo. Cód. 04-21 Þ Selenito - Caldo Finalidade
Þ
Meio seletivo para Salmonella e Shigella, destinado ao
enriquecimento de coprocultura. Possui a desvantagem de propiciar o aumento da
concentração de Proteus, bactéria sem interesse em coprocultura e
também pode inibir algumas cepas de Shigella, Recomenda-se o uso do
caldo G.N. já descrito anteriormente. Incubação de 8 a 12 horas. Cód. 04-13 Þ B.H.I.(Infusão de Cérebro e Coração) - Caldo Finalidade Þ Caldo destinado ao enriquecimento de amostras em geral, propiciando o crescimento das mais diversas bactérias utilizado para o enriquecimento de amostras obtidas de secreção ocular ou bactérias conservadas em ágar
Apresentação: Caixa com 10 tubos. Validade = 10 meses Cód. 04-18 Þ Mueller Hinton - Caldo Finalidade
Þ
Caldo rico de amplo crescimento bacteriano, utilizado para aumentar o inóculo
bacteriano, visando antibiograma ou enriquecimento de microrganismos nos mais
diversos materiais biológicos. Cód. 04-22 Þ Caldo Tioglicolato (sem indicador) Finalidade
Þ
Meio de baixo potencial de oxiredução, que visa o enriquecimento de amostras
contendo germes exigentes ou não. É recomendado também para germes
anaeróbios. Cód. 04-23 Þ Caldo T.S.B. (Triptico de Soja) Finalidade
Þ
Meio amplo utilizado para aumentar o inóculo bacteriano, proveniente dos mais
variados materiais. IDENTIFICAÇÃO DE ENTEROBACTÉRIAS (Kits contendo meios de cultura para identificação de Enterobactérias) INFORMAÇÕES TÉCNICAS Princípios O diagnóstico laboratorial dos bacilos Gram negativos fermentadores de glicose se baseia principalmente na identificação de enterobactérias. O isolamento de BGN que não reage à oxidase não oferece muita dificuldade quando estamos diante de cepas bioquimicamente típicas. O desenvolvimento da Bacteriologia Clínica tem forçado uma melhor identificação dos microrganismos que não possuem um perfil bioquímico clássico, ou seja, não apresentam reações típicas a várias provas em questão. Exemplos clássicos são as cepas de Escherichia coli produtoras de gás sulfídrico ou ainda as de Salmonella fermentadoras de lactose. Nestes casos recomenda-se o uso de sistemas de identificação bioquímica mais completo. Este kit é especialmente indicado para bacilos Gram negativos atípicos, que constituem em grande parte a flora bacteriana isolada em pacientes hospitalizados, muitas vezes implicados em casos de infecções hospitalares. As Enterobactérias típicas também são facilmente identificadas por este sistema. O kit é composto de cinco tubos com os seguintes meios: Meio de EPM, Meio de Lisina, Meio de MIO, Meio de Rhamnose e Meio de Citrato de Simmons com funções determinadas, conforme descrito abaixo: Cód. 04-27 Þ Tubo nº 1 - Meio de E.P.M. (cor verde) com tampa incolor (Rugai modificado) Finalidade
Þ
Permite a leitura de LTD, Glicose, Gás e H2S. O LTD (desaminação
de L-triptofano) é evidenciado pela cor verde garrafa escura no ápice do tubo,
sendo importante para verificar se a bactéria pertence ao gênero Proteus ou
Providencia. A leitura da glicose pela coloração amarela da base do tubo, com
ou sem produção de gás evidenciado pelo arrebentamento do meio ou a presença
de bolhas. A produção de gás sulfídrico pela presença de cor negra. A prova
de hidrólise da uréia foi retirada do meio, com a finalidade de otimizar o seu
uso. Cód. 04-17 Þ Tubo nº 2 - Meio de Lisina (cor violeta) - com tampa branca Finalidade
Þ
Permite a leitura da descarboxila da L-Lisina. A cor amarela relata a reação
negativa e qualquer cor diferente de amarelo é considerado positivo. Deve-se
salientar que é um dos poucos meios que quando ocorre uma mudança efetiva de
coloração, a prova é negativa. Cód. 04-30 Þ Tubo nº 3 - Meio de M.I.O. (cor violeta) com tampa vermelha Finalidade
Þ
Permite a leitura de Motilidade, descarboxilação da Ornitina e produção de
Indol. A motilidade é observada pela turvação do meio. Se houver crescimento
somente na picada a prova é considerada negativa. A interpretação da Ornitina
(observada no fundo do tubo) é semelhante à Lisina, ou seja, cor amarela
indica prova negativa e qualquer outra cor é considerado positiva. O Indol é
revelado pelo acréscimo do reativo de Kovacs. A formação de anel de cor
vermelha significa a produção de Indol, portanto a prova é positiva. Cód. 04-03 Þ Tubo nº 4 - Meio de Citrato de Simmons (cor verde) - com tampa preta Finalidade
Þ
Responsável pela leitura do citrato, prova de utilização do substrato.
Verifica se a bactéria cresce ou não em meio pobre, contendo como única fonte
de carbono o citrato de sódio. Meio de cor original verde, tornando-se azul em
caso de prova positiva e, permanecendo verde para provas negativas. O
crescimento sem viragem de cor, deve ser analisado cuidadosamente, pois, pode se
tratar de prova positiva. Cód. 04-20 Þ Tubo nº 5 - Meio de Rhamnose (cor verde) - com tampa branca Finalidade
Þ
Permite verificar se o bacilo de Gram negativo fermenta ou não este açúcar.
Meio com cor original verde, tornando-se amarelo em caso de prova positiva e
permanecendo verde para provas negativas. Mesmo permanecendo verde o meio deve
turvar, indicando portanto que houve inóculo suficiente para esta prova. Inoculação Escolher uma colônia isolada e com
auxílio de agulha bacteriológica flambada com a extremidade dobrada, recolher
metade desta colônia. Recomendações: Todos esses meios possuem fórmulas
adaptadas e rigorosamente controladas para fornecer leituras ótimas após
incubação a 36ºC por 18 a 24 horas. Porém existem ocasiões especiais que
podem requerer prazo adicional de tempo. Já nos kits miniaturizados,
freqüentemente as provas podem fornecer uma leitura preliminar em um tempo
inferior a 18 horas. Porém as mesmas deverão ser confirmadas após completada
a incubação de 18-28h. Leitura e interpretação O kit fornece leitura de triptofano desaminase, H2S, glicose, gás, lisina, motilidade, indol, ornitina, citrato e rhamnose. A tactose deve ser lida nos meios de isolamento primário (Cled, MacConkey...) Os resultados das provas são agrupadas em grupo de três, sendo que cada uma possui um valor numérico. A soma de cada grupo fornece ao final um número com quatro dígitos, que através de consulta em disquete ou Manual para Identificação de Enterobactérias Newprov, propicia classificação final com percentual e eventuais provas complementares para identificação segura do microorganismo em análise. Relação dos componentes do produto: Para 10 determinações - Cód. 04-25 Cada kit contém: 10 tubos de Meio de EPM com 4 ml; 10 tubos de Meio de Lisina com 4 ml; 10 tubos de Meio de M.I.O. com 5 ml; 10 tubos de Meio de Citrato de Simmons com 3 ml; 10 tubos de Meio de Rhamnose com 4 ml. Para 50 determinações - Cód. 04-26 Cada kit contém: 50 tubos de Meio de EPM com 4 ml; 50 tubos de Meio de Lisina com 4 ml; 50 tubos de Meio de M.I.O. com 5 ml; 50 tubos de Meio de Citrato de Simmons com 3 ml; 50 tubos de Meio de Rhamnose com 4 ml.
Para 10 determinações - Cód. 11-02 Cada mini kit contém: 10 minitubos de Meio de EPM com 2 ml; 10 minitubos de Meio de Lisina com 2 ml; 10 minitubos de Meio de M.I.O. com 2 ml; 10 minitubos de Meio de Citrato de Simmons com 1 ml; 10 minitubos de Meio de Rhamnose com 2 ml. Relação dos materiais e acessórios necessários à utilização do kit e que não são fornecidos com o produto: Óleo mineral estéril; Reativo de Kovacs; Agulha bacteriológica; Disquete ou Manual para Identificação de Enterobactérias. Armazenagem e transporte: Manter sob refrigeração entre 2 e 8ºC. O produto não pode ser congelado, portanto conserve-o longe do congelador. Verifique o prazo de validade na embalagem. Nunca utilize produtos com validade vencida. Precauções com o descarte seguro do produto: Depois de utilizado, o produto poderá estar contaminado com microrganismos patogênicos, portanto deverá ser embalado em invólucro específico (sacos de lixo autoclaváveis ou outro material resistente), autoclavados por 15 minutos a 1 ATM e desprezados em lixo hospitalar. OBSERVAÇÕES: Para utilização do MINI KIT PARA ENTEROBACTÉRIAS, seguir as instruções gerais de uso. Neste caso as respostas bioquímicas poderão ser evidenciadas em prazo inferior a 18 horas. Aos usuários sem experiência na utilização de MINI KIT PARA ENTEROBACTÉRIAS, recomenda-se primeiramente utilizar o kit convencional, pela maior facilidade na observação das reações bioquímicas, e depois passar a utilizar a linha miniaturizada.
Manual para kit E MINI-KIT de enterobactérias Cód. 19-10 Þ Manual para Kit de Enterobactérias Finalidade
Þ
Manual do Kit para Enterobactérias, contendo código numérico para
identificação das Enterobactérias, com as percentagens da identificação.
MEIOS DE CULTURA EM PÓ ALIQUOTIZADOS
Finalidade
Þ
Meios de cultura em pó, desidratados. Esta linha é constituída por diversos
meios desidratados e já aliquotizados em sachês contendo uma quantidade de pó
suficiente para o preparo de 1000 ml de meio. Apresenta diversas vantagens sobre
os meios desidratados embalados em frascos convencionais:
Apresentação: Sachês contendo uma quantidade variável de pó conforme o meio aliquotizado: Cód. 21 - 01 - Ágar Bacteriológico (15 g) Cód. 21 - 02 - Ágar Cled (36 g) Cód. 21 - 03 - Ágar Entérico de Hektoen (76 g) Cód. 21 - 04 - Ágar MacConkey (50 g) Cód. 21 - 05 - Ágar Mueller-Hinton (38 g) Cód. 21 - 06 - Ágar Sabouraud-Dextrose (65 g) Cód. 21 - 07 - Ágar - SS - Salmonella-Shigella (60 g)Cód. 21 - 08 - Ágar Teague (EMB) (36g) Cód. 21 - 09 - Ágar XLD (55g) Cód. 21 - 10 - Base para Ágar Sangue (40 g) Cód. 21 - 11 - Caldo BHI - Infuso de Cérebro e Coração (37 g) Cód. 21 - 12 - Caldo Tioglicolato sem indicador (28,5 g) Cód. 21 - 13 - Caldo Tríptico de Soja - TSB (30 g) Validade = 24 meses
meios de isolamento para micobactérias Cód. 04 - 28 Þ Meio de Lowenstein-Jensen Finalidade
Þ
Meio de cultura destinado ao isolamento de Micobatérias, principalmente o
Mycobacterium tuberculosis. É composto de asparagina, sulfato e citrato de
magnésio, amido de batata, verde malaquita glicerol e gema de ovos
selecionados. O material a ser incubado deve ser previamente tratado, visando a
Cód. 04 - 06 Þ Ágar Mycosel Finalidade
Þ
Ágar seletivo utilizado em isolamentos de dermatófitos. Contém Cloranfenicol,
destinado à inibição de bactérias sensíveis a este antimicrobiano que
possam estar presentes no material. Pode inibir o desenvolvimento de fungos
leveduriformes. Cód. 04 - 08 Þ Ágar Sabourand Dextrose Finalidade
Þ
Meio composto de peptona, dextrose e ágar, destinado ao isolamento de fungos e
leveduras. É um meio que não possui inibidores. Para um melhor desempenho é
recomendado o seu uso em conjunto com o Ágar Mycosel.
isolamento de microrganismo do sangue
é atualmente uma das mais importantes funções de laboratório de
Microbiologia Clínica. Momento da Coleta Deve-se coletar o sangue imediatamente antes de pico febril ou assim que iniciar o aumento da temperatura corpórea Este é o momento em que existe maior quantidade de germes circulantes. Não coletar no pico febril. Volume de Amostras Deve ser respeitada, na maioria das
vezes, a quantidade de sangue de 1:10 em relação ao meio de cultura. Em
pacientes em uso de altas doses de antibióticos eficazes, é melhor a
recuperação de microrganismos se utilizarmos a proporção de 1:5
sangue/caldo. Técnica de Coleta Lavar as mãos com sabão cirúrgico.
Enxaguar e secar adequadamente. Incubação e Leitura Recomendamos incubar os frascos a
35ºC. Um dos frascos deve ser aerado. Para tanto, introduzir assepticamente uma
agulha com algodão previamente esterilizado e retirar em seguida. Recomendação Sub-cultivos cegos são recomendados de 6 a 24 horas após a incubação iniciar e também 48 horas após. O objetivo é recuperar determinados tipos de microrganismos que podem estar presentes nas amostras coletadas, e passar desapercebidos, por não turvarem o meio de cultura. Este fato é válido principalmente quando se usa frascos não ventilados e quando microrganismos como Pseudomonas, meningococos, gonococos, hemofílos, estão presentes. Interpretação Na maioria dos episódios de
bacteremia observa-se apenas o crescimento de um tipo de microrganismo. No
entanto existem trabalhos que indicam mais de 18% de episódios polimicrobianos.
Em razão deste fato e considerando a flora normalmente existente na pele, a
assepsia deve ser rigorosa. Cód. 07 - 01 Þ HEMOPROV I TSB + SPS + CO2 + vácuo (Adulto) Finalidade
Þ
Caldo tríptico de soja acrescido de SPS (polianeto lsulfonato de sódio), com
CO2 e vácuo. É um caldo para crescimento amplo, que enriquece a
maioria das bactérias inclusive anaeróbios. O SPS utilizado é um
anticoagulante que inibe alguns antibióticos, complementos, b
-lipoproteínas e a fagocitose in vitro. CO2 e vácuo
propiciam condições ótimas para o crescimento das bactérias. Cód. 07 - 02 Þ HEMOPROV II TSB + SPS + CO2 + vácuo (Pediátrico) Finalidade
Þ
Caldo tríptico de soja acrescido de SPS (polianeto lsulfonato de sódio), com
CO2 e vácuo. É um caldo para crescimento amplo, que enriquece a
maioria das bactérias inclusive anaeróbios. O SPS utilizado é um
anticoagulante que inibe alguns antibióticos, complementos, b
-lipoproteínas e a fagocitose in vitro. CO2 e vácuo
propiciam condições ótimas para o crescimento das bactérias. Cód. 07 - 04 Þ HEMOPROV III - BHI + PABA + SPS + CO2 + VÁCUO (Adulto) Finalidade
Þ
Possui BHI (Caldo Infusão de Cérebro e Coração) com adição de PABA (acido
paraminobenzóico) destinado à inibição de sulfas que possam existir nas
amostras de sangue. SPS é o anticoagulante já citado no Hemoprov I
(cód.07-01) , tendo também CO2 e vácuo já definidos
anteriormente. Cód. 07 -05 Þ HEMOPROV IV - BHI + PABA + SPS + CO2 + VÁCUO (Pediátrico) Finalidade
Þ
Possui BHI (Caldo Infusão de Cérebro e Coração) com adição de PABA (acido
paraminobenzóico) destinado à inibição de sulfas que possam existir nas
amostras de sangue. SPS é o anticoagulante já citado no Hemoprov I (cód.
07-01), tendo também CO2 e vácuo já definidos anteriormente. Cód. 07 - 06 Þ HEMOPROV V - Tioglicolato + SPS + CO2 + vácuo (Adulto) Finalidade
Þ
Frascos de hemocultura com tioglicolato, acrescido do mesmo anticoagulante, CO2
e vácuo. Particularmente indicado quando se suspeita da presença de
microrganismos anaeróbios e microaerófilos. Cód. 07 - 07 Þ HEMOPROV VI - Tioglicolato + SPS + CO2 + vácuo (Pediátrico) Finalidade
Þ
Frascos de hemocultura com tioglicolato, acrescido do mesmo anticoagulante, CO2
e vácuo. Particularmente indicado quando se suspeita da presença de
microorganismos anaeróbios e microaerófilos. Cód. 14 - 06 Þ SPS-PROV Finalidade
Þ
Anticoagulante (solução a 5%) para hemocultura.
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